Dilúvio...
...
Seja o que for...
as lágrimas se resumem
a uma cruel tempestade
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Numa mata fechada tão qualquer como as demais vivia um tigre branco imponente sagaz impetuoso e menos qualquer que muitos outros estimado e querido porém recluso sem qualquer justificativa manifesta Num dia que poderia ser tão qualquer como vários fato insólito houve de acontecer andava o tigre distintamente e do alto muito alto uma coisinha caiu e apesar de coisinha fez um ruído forte e desagradável deixando o lindo animal curioso Então lá foi a garbosa fera investigar A tal coisinha barulhenta era algo sem graça tão sem graça que nem mereceria descrição mas precisamos fazê-lo Era um passarinho miúdo cinza desbotado sem graça mesmo não serviria nem para refeição do magnífico felino que o observava O tigre haveria de deixar aquela coisinha pra lá, mas não... Tal qual fazia seu observador o passarinho também o fitava e ia se aproximando até chegar bem pertinho e ver os olhos opacos do tigre e diante desses olhos...
Dá aí, doutor, essa dose cavalar de parcimônia mas injeta bem na aorta mesmo pro coração bater cada vez mais devagar sereno e alheio pra qualquer perturbação nem precisa palpitar só bombeia o satisfatório pra subsistência e mais nada pr' essas agonia ociosa pulsa bem fraquinho sem nenhuma pressão que vença... na boa e tranquila lentidão só assim pra suportar ças porção generosa de espavento e as doses homeopáticas de gratificação...
Clamando desesperadamente pela solideza que tanto me acolhia ao meu consorte emproado cedo a honraria que de fato nunca me pertenceu E o tal sorriso subversivo mais perturbador ficou E ontológica se fez a alegoria que meu consorte caprichosamente produziu mas a esfinge permanece e flutua navega sobre os rompantes e desvirtua qualquer calmaria Mas já não importa resta a este ser prostrado ir fechando sua chaga aberta alcançar a lucidez antes reinante voltar ao chão seguro Sorria, meu caro consorte desatravanco ferido teu caminho e nas palavras de meu amigo Mário me apoio apressem-se logo aqueles que passarão pois eu passarinho e mesmo com as asas fragilizadas eu plano E de cima verei radiante meu consorte emproado e talvez lá embaixo, o sorriso enigmático a mim se faça transparente De qualquer modo, uma vez no céu que somente ventos fortes mas instáveis me afrontem que pedras duras não me alcancem mas caso o façam, que eu jamais me acovarde pela pedra no meio do caminho, pois é o ca...
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